contribuições multidisciplinares...
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publicado por Wood, em 14.11.08 às 23:44link do post | adicionar aos favoritos

"De Alberto João, espera-se sempre o pior. E ele lá vai atingindo novos picos de boçalidade, de arruaça em arruaça. Agora, tentando retirar-se do atoleiro em que o PSD/M se enfiou, graças à reacção atabalhoada ao episódio da bandeira nazi, veio pedir ajuda à população para pôr na ordem quem ousa fazer ondas no seu reino: o «povo que vá tratando deles, enquanto eu vou trabalhando». Isto claro, enquanto vai explicando aos jornalistas que deviam ser como os do seu amado (e pago por todos nós) Jornal da Madeira: «Qualquer pessoa pode ser pateta, nos termos da lei. E são patetas nos termos da lei aqueles que cobrem tontices e palhaçadas». Do mundo do futebol, espera-se nos dias que correm alguma discrição, a busca de um prudente low profile, nestes dias de apitos às cores. Mas não: continua a medrar nos estádios uma casta de irresponsáveis que gostam de ter à mão bodes expiatórios para alancar com as culpas dos seus fracassos. E os árbitros são sempre as vítimas naturais. Tudo normal. Mas já é de todo inaceitável que alguém emita cretinices como «O Sporting é demasiado simpático para com as arbitragens. [...] Temos de criar mau ambiente no estádio, que é o que os árbitros merecem». Isto é brincar com coisa mais séria do que uns quantos pontapés na bola; é colocar em perigo a segurança de pessoas. Infelizmente, até o Presidente da República assobia para o lado e faz de conta que não vê o Mugabe da Madeira; mas espero que haja alguma entidade com cabeça e coragem suficientes para punir o outro arruaceiro: Paulo Bento."

In http://5dias.net/2008/11/14/dois-arruaceiros/#comments

 


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publicado por Wood, em 14.11.08 às 12:50link do post | adicionar aos favoritos

"Não tenho mais paciência para suportar o quero posso e mando, a ideia que se pode ter toda a razão contra tudo e contra todos. Isto não é suportável, não é suportável por parte de um Governo apoiado pelo PS, que tem uma tradição e uma cultura democrática (...) chocou-me profundamente a sua inflexibilidade.(...) O Governo redefiniu a reforma da educação como uma prioridade estratégica. Mas como reformar a educação, sem ou contra os professores? Em meu entender, não é possível passar do laxismo anterior a um excesso de burocracia conjugada com facilitismo. Governar para as estatísticas não é reformar. A falta da exigência da Escola Pública põe a causa a igualdade de oportunidades. Por outro lado, todo se discute menos o essencial: os programas e os conteúdos do ensino."
- Manuel Alegre -


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publicado por Wood, em 14.11.08 às 12:48link do post | adicionar aos favoritos

"O que é a Psicologia? É um campo de pesquisa por vezes definido como a ciência do espírito, outras como a ciência do comportamento. Interessa-se pelo como e pelo porquê do que os organismos fazem. (...) Os fenómenos que a psicologia considera no seu domínio abrangem uma extensão imensa. Alguns confinam com a biologia, outros fazem fronteira com as ciências sociais, como a antropologia e a sociologia". (GLEITMAN, H. et al. 2003: 1)


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publicado por Wood, em 12.11.08 às 23:22link do post | adicionar aos favoritos

"Eutanásia (do grego ευθανασία - ευ "bom", θάνατος "morte") é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
(...) Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a eutanásia pode ser dividida em dois grupos: a "eutanásia activa" e a "eutanásia passiva". Embora existam duas “classificações” possíveis, a eutanásia em si consiste no acto de facultar a morte sem sofrimento a um indivíduo cujo estado de doença é crónico e, portanto, incurável, normalmente associado a um imenso sofrimento físico e psíquico.

A "eutanásia activa" conta com o traçado de acções que têm por objectivo pôr término à vida, na medida em que é planeada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o acto.

A "eutanásia passiva" por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer acções que tenham por fim prolongar a vida. Não há por isso um acto que provoque a morte (tal como na eutanásia activa), mas também não há nenhum que a impeça (como na distanásia).

É relevante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", na medida em que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.

Etimologicamente, distanásia é o oposto de eutanásia. A distanásia defende que devem ser utilizadas todas as possibilidades para prolongar a vida de um ser humano, ainda que a cura não seja uma possibilidade e o sofrimento se torne demasiadamente penoso."
 in http://pt.wikipedia.org/wiki/Eutan%C3%A1sia


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publicado por Wood, em 11.11.08 às 14:52link do post | adicionar aos favoritos
«A ministra [da Educação] é insuportável na arrogância do estilo.» (Marcelo Rebelo de Sousa, RTP1, 9.11.2008)

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publicado por Wood, em 11.11.08 às 00:15link do post | adicionar aos favoritos

"Só vivemos num mundo o nosso. Mas há aventureiros que se arriscaram a sair dele, e que abordaram mundos que não estavam preparados para acolhê-lhos. A maioria deles aí se perderam e tiveram que procurar refúgio nos asilos que os habitantes dessas terras reservam aos expatriados. Mas também houve alguns, na verdade muito raros, que durante a sua viagem conservaram um espírito perfeitamente lúcido. Permaneceram acordados durante o sono; mantiveram os olhos abertos enquanto dormiam". Bernard Gröethuisen citado por E. Sampaio em Livros-Biografia, Público, 10 Nov. de 2001


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